sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Dia para esquecer


Desconhecido solitário entras-te na minha casa, tiraste-me o que eu tinha de mais precioso guardado a sete chaves,

arrancastes-me a ferros frios do meu coração sem eu dar por nada e de manha quando acordo e tento levantar-me sinto uma dor e sofrimento enorme por me terem arrancado a minha preciosidade.

Olho para o lado e não vejo a minha princesa do meu reino e do meu coração, sinto uma solidão enorme que nem com alegria e amizade dos amigos passa.

Dizem que só a morte a pode fazer desaparecer, e o que mais quero é isso que esta dor desapareça. Por isso eu peço-te a ti “deus” que me tires o que a muito me deste!

Rui Correia

Sem comentários:

Enviar um comentário